Um código QR pode hackear meu celular?
O perigo raramente está no escaneamento em si — está no link ou nos dados escondidos dentro do código. Com o Forensic Pro, o QRLume mostra o que um código contém sem abri-lo, então nada hostil tem a chance de ser executado.
Como verifico se um código QR é seguro antes de abrir?
Escaneie com o QRLume em vez do seu app de câmera. Com o Forensic Pro, você vê o endereço decodificado, um veredito baseado em seis verificações locais e uma pontuação de entropia antes de decidir visitar qualquer coisa, e o link nunca se abre sozinho. Um veredito “Sem indícios locais” significa que nenhuma das seis verificações o sinalizou — não que o link seja seguro.
O que é quishing?
Quishing é phishing por código QR: golpistas colam códigos maliciosos sobre os verdadeiros em parquímetros, cardápios e cartazes. Com o Forensic Pro, o QRLume mostra o endereço exatamente como o código o codifica e executa seis verificações locais de padrões hostis; nada se abre a menos que você confirme. Ele não expande links encurtados nem detecta domínios que imitam outros, e um endereço imitador pode parecer exatamente igual ao verdadeiro — por isso, trate qualquer código inesperado como hostil.
O QRLume funciona offline?
Sim. O escaneamento e a análise acontecem inteiramente no seu dispositivo e não precisam de conexão. Com a Sincronização iCloud desativada, o QRLume não envia nada do que você escaneia. Enquanto a Sincronização iCloud estiver ativada, seus registros de evidências, incluindo os payloads escaneados e as imagens, são copiados para a sua própria conta do iCloud. A única outra conexão que o QRLume faz é com o StoreKit da Apple, que verifica se há uma compra do Forensic Pro e não transporta dados de escaneamento.
Posso escanear um código QR de uma captura de tela ou foto?
Sim. A Perícia em Fotos lê o código em uma foto que você escolhe. O Inspetor de Arquivos lê um código de um arquivo de imagem, como uma captura de tela salva no seu Mac. Você escolhe a foto no seletor de fotos da Apple, que é executado fora do QRLume, então o QRLume nunca vê o resto da sua fototeca. A análise acontece inteiramente no seu dispositivo. O escaneamento fica guardado no seu registro de evidências, que você abre com o Forensic Pro e que permanece no dispositivo enquanto a Sincronização iCloud estiver desativada.
Quanto custa o QRLume?
O relatório exige o Forensic Pro, vendido de duas formas: Forensic Pro Annual, a US$ 39,99 por ano, ou Forensic Pro Lifetime, a US$ 99,99 em pagamento único. Qualquer uma das duas opções desbloqueia o veredito, o payload decodificado, o dump hexadecimal, a entropia, as seis verificações locais e a âncora SHA-256, além do registro de evidências e dos anexos de prova em PDF. Os preços estão em dólares americanos; a App Store cobra o preço do seu país ou região.
Do que eu preciso para usar o QRLume?
Um iPhone ou iPad com iOS ou iPadOS 26 ou posterior, ou um Mac com Apple silicon e macOS 26 ou posterior. A câmera só é necessária para o escaneamento ao vivo. Um dispositivo que já tem o QRLume, mas não pode executar essas versões, mantém a versão anterior.
O que o QRLume consegue ler?
Códigos QR, Aztec e PDF417, a partir da câmera ao vivo, de uma foto ou de um arquivo de imagem. O que a câmera ao vivo consegue captar depende do dispositivo. O QRLume lê um código por imagem — se uma imagem contiver dois, ele lê apenas um deles — e não lê códigos de barras 1D, como UPC, EAN ou Code 128.
O QRLume compara os códigos com um banco de dados de ameaças?
Não. O QRLume não consulta os códigos em nenhum banco de dados de ameaças nem em listas de reputação. O veredito vem de verificações executadas no seu dispositivo, e o relatório do Forensic Pro marca o resultado do banco de dados de ameaças como NÃO VERIFICADO. O melhor resultado que ele dá é “Sem indícios locais”; ele nunca declara que um código é seguro.